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Localização: Rua Alferes Veiga Pestana
Área: 4 800 m2
Altitude: 37 - 53 m
Proprietário: Região Autónoma da Madeira
Horário: aberto ao público de Segunda-feira a Sexta-feira, das 09:00 às 17:00 horas.

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Esta Quinta, sede do IFCN, foi construída no início do séc. XX pela família Passos Freitas e adquirida pelo Governo Regional em 1976 à família proprietária naquela época. Ao longo dos anos foi utilizada para diversos serviços públicos e por este facto os diferentes espaços foram restaurados e recuperados, segundo as necessidades, embora os jardins, distribuídos por vários patamares, mantenham a sua morfologia desde 1992.

Nesta quinta, para além da flora exuberante, destaca-se a elegância dos edifícios e zonas ajardinadas, bem como a pequena Capela. Localizada na Rua Alferes Veiga Pestana, possui um miradouro com uma vista soberba sobre o Funchal, principalmente a baixa da cidade, e os seus edifícios históricos, com destaque particular para a Sé do Funchal.

Nas zonas ajardinadas, podem ser observados diversos exemplares de árvores, arbustos e herbáceas, predominando as plantas arbustivas. Neste jardim as espécies exóticas existem em maioria ocorrendo apenas uma espécie indígena: o Dragoeiro Dracaena draco subps. draco.

Das espécies exóticas destacam-se: as Agaves piteiras Agave angustifolia e Agave attenuata, os aloés Aloe excelsa e Aloe plicatilis, a palmeira-elegante Archontophoenix cunninghamiana, a árvore-do-fogo Brachychiton acerifolius, a sumaúma Chorisia speciosa, a canforeira Cinnamomum camphora, a laranjeira Citrus sinensis, a eritrina  Erytrina crista-galli, o eucalipto Eucalyptus globulus, a grevílea Grevillea robusta, a goiabeira Psidium guajava, o mangueiro Mangifera indica, a pitangueira Eugenia uniflora, o jacarandá Jacaranda mimosifolia, a planta-dos-dentes Plumeria rubra subps. acutifolia, o salgueiro-chorão Salix babylonica, o ligustro Ligustrum lucidum e a magnólia Magnolia grandiflora.

Para além de palmeiras e algumas árvores de grande porte, os canteiros com flores durante todo o ano são motivo de admiração, a que se juntam fontes e nichos decorados a feijoco, tão ao gosto da cultura popular madeirense.

 

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